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Rota Olímpica prepara estudantes rumo à Olimpíada Brasileira de Astronomia

Enquanto quatro astronautas da missão Artemis II pensam em novos recordes de distância humana da Terra, em um pouso lunar, estudantes do Brasil se preparam para a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), uma das maiores olimpíadas científicas do país. A Rede de Colégios Santa Maria Minas realizou uma preparação especial para seus alunos, com palestras voltadas à explicação e revisão de conceitos essenciais para a OBA, além de uma sessão no Planetário da PUC Minas, ampliando a experiência de aprendizagem.

Como explicou o diretor-geral da Rede, prof. Eldo Pena Couto, o ecossistema educacional da Arquidiocese de Belo Horizonte atuou de forma integrada na iniciativa. “A PUC Minas ofereceu a revisão dos conteúdos, seguida de uma visita ao Planetário. Trata-se de uma oportunidade única para nossos estudantes, proporcionada pela maior universidade católica do mundo”, destacou.

A atividade, gratuita, foi realizada em 23 de abril e reuniu alunos do 5.º Ano/EF ao Ensino Médio. “A iniciativa, que envolveu atividades de treinamento e aprofundamento de conhecimentos sobre o Universo, integra o Rota Olímpica, programa de olimpíadas do conhecimento da Rede de Colégios”, explicou o coordenador de Ciência e Tecnologia, professor de Matemática Brian Diniz Amorim.

OBA

A prova da OBA será aplicada em 15 de maio, mesma data limite para os lançamentos dos foguetes da Olimpíada Brasileira de Foguetes (OBAFOG). Em 2025, a OBA registrou mais de 1,5 milhão de participantes e distribuiu 90.856 medalhas. Já a OBAFOG registrou mais de 330 mil participantes e contou com 25.868 medalhas. 

De acordo com organizadores da competição, a ampla premiação tem o objetivo pedagógico de estimular a participação estudantil. Neste ano, acreditam que o número de inscritos pode aumentar, devido ao interesse dos jovens pela área espacial, com o lançamento da Missão Artemis.

A OBA é aplicada em duas fases, sendo a primeira organizada em quatro níveis, de acordo com a etapa da Educação Básica em que o estudante se encontra. As premiações ocorrem na primeira fase. Já a segunda fase é usada para selecionar jovens com os melhores resultados para representar o Brasil na Olimpíada Internacional de Astronomia e Astrofísica (IOAA) e na Olimpíada Latino-Americana de Astronomia e Astronáutica (OLAA).