Direito e Temas Contemporâneos
O estudante enquanto cidadão atuante, engajado e conhecedor dos direitos e deveres individuais e coletivos

Criado em 2014, pela coordenação do Direito Integral, o TRI-e simula uma Corte Internacional, que visa à resolução de questões internacionais de extrema controvérsia. As equipes participantes são mistas, formadas por dois estudantes da Dom Helder, matriculados até o 5.º período, e três estudantes de instituições de Ensino Médio, especialmente convidadas. Os participantes atuam como delegados de algum país, definido por sorteio. O TRI-e tem como objetivo inteirar a comunidade acadêmica de temas de suma relevância, incentivando a pesquisa, estudo e debate.
Eletiva
Júlia Martins é uma das estudantes da eletiva Direito e Temas Contemporâneos, oferecida, em 2022, nas Unidades Coração Eucarístico, Floresta, Nova Lima e Pampulha. A disciplina, explica a coordenadora da eletiva, Soraia Almeida, tem como objetivo propiciar ao estudante a reflexão e a vivência de situações práticas e reais, referentes aos aspectos jurídicos e sociais de forma que ele se aproprie dos conhecimentos e seja um cidadão atuante, engajado e conhecedor dos direitos e deveres, tanto no plano individual, quanto no coletivo, nas várias esferas do Direito.
“Propiciamos aos estudantes o conhecimento da organização do Estado brasileiro e o modo de exercício do poder”, destaca. A disciplina apresenta realidades cotidianas regidas pelo Direito, como as obrigações adquiridas, a proteção jurídica da personalidade, a pacificação da sociedade por meio da norma penal e as liberdades e garantias fundamentais.
Ao longo da disciplina, os estudantes também desenvolvem produções de texto sobre relevantes temáticas, apresentando propostas de intervenção que respeite os direitos humanos. “Realizamos debates com temas contemporâneos como as fake news e deepfakes, tudo analisado do ponto de vista do Direito. Os alunos irão compreender a inserção do Direito na proteção jurídica internacional das liberdades individuais, dos Direitos Humanos, os pactos internacionais de combate ao tráfico de pessoas, as relações de comércio exterior do ponto de vista do Direito brasileiro, entre outros”, acrescenta a coordenadora.
