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Unidade Nova Suíça realiza formatura do Proerd

​O Colégio Santa Maria Minas (CSM Minas), Unidade Nova Suíça, realizou na tarde de terça-feira, 27 de junho, a solenidade de formatura de 175 alunos do 5.º Ano/EF, que concluíram o Proerd (Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência). O evento contou com a presença dos pais e familiares dos alunos, representantes da Polícia Militar do Estado de Minas Gerais (PMMG), da Diretoria-Geral do CSM Minas, do diretor, coordenadores e professores da Unidade Nova Suíça.

Os instrumentistas do Centro de Atividades Musicais da PMMG se apresentaram durante o evento, que contou ainda com a presença da mascote do Proerd, o Leão Dare, e com a participação surpresa dos personagens Capitão América e Mulher Maravilha. No momento mais especial, os formandos fizeram o juramento de permanecer longe das drogas e da violência e, em seguida, cantaram e dançaram as músicas do programa, acompanhados pelo cabo Ribeiro, da 125ª Cia PM, instrutor dos alunos.

O Diretor da Unidade, Marcelo de Souza Moreira, agradeceu o apoio e a parceria da PMMG. Lembrou ainda da dedicação dos profissionais, que estão sempre disponíveis para ministrar palestras sobre segurança e combate às drogas para os alunos, pais e responsáveis.

Emoção

O orador da formatura, coronel Mozzer, da PMMG, pai do aluno Gabriel Quintão Mozzer, um dos formandos, estava emocionado. "Hoje meu filho acordou mais cedo que o habitual, tamanha felicidade. Feliz pela formatura e por eu estar conduzindo o evento."

Simone Houara Pinto, mãe do formando Arthur Houara Alves Marcílio, destacou a importância do programa para os alunos, lembrando que a parceria entre a família, o colégio e a PMMG é fundamental para garantir a segurança dos jovens. "Os ensinamentos transmitidos aos formandos é de extrema importância, porque eles são multiplicadores das informações."

Também a formanda Gabriela Braga Zanetti estava muito entusiasmada com o recebimento do diploma. Segundo a mãe, Maria Antônia Braga Zanetti, a filha tornou-se mais crítica da situação social do país e preocupada com a violência, refletindo sobre as formas de combatê-la. "Minha filha amadureceu. Ela não entendia o motivo da violência, da insegurança. Passou a ter um olhar mais crítico, levando a discussão sobre o tema para dentro de casa", disse.

 

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